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Laudo microbiológico do papel toalha e higiênico: Entenda a importância

Cassio Redator

11 novembro, 2020
Tempo de leitura: 6 minutos

Irritações na pele podem ser resultado do uso de um papel toalha e higiênico com a qualidade inferior e que não passou por testes como o laudo microbiológico que garanta a sua segurança em relação ao uso.

Muitas vezes esses problemas não são associados a sua verdadeira causa e as empresas que utilizam esses itens de higiene pessoal precisam ficar atentas a esse ponto.

Ter acesso ao laudo microbiológico pode trazer mais segurança quando for escolher os produtos para usar na empresa, mas, é preciso entender para que ele serve.

O que é o laudo microbiológico?

Fabricantes preocupados com os produtos que produzem precisam testá-los para garantir que eles atendem as normas técnicas e de segurança. O laudo microbiológico é resultado dessa avaliação que verificará se o contato, por exemplo, do papel toalha com a pele não provoca nenhum tipo de irritação ou lesões.

Somente após a análise seguindo critérios técnicos é que se consegue emitir o laudo que garantem que o produto e seguro e pode ser usado pelas pessoas.

É importante que o teste e o laudo microbiológico e dermatológico sejam realizados em todos os lotes de produtos, pois algum erro pontual poderia comprometer a segurança.

A saúde depende do laudo microbiológico

No momento de comprar o papel toalha ou papel higiênico, a maioria das empresas nem sequer lembra do laudo microbiológico e, infelizmente muitos fornecedores não ofertam esse documento.

Nesses casos é possível até conseguir um produto mais barato, porém, colocará em risco a saúde de quem utilizará esses itens.

Quanto mais arcaico é o modo de fabricação do papel, maiores as chances dele não ser aprovado no teste de irritabilidade e de contaminação, por isso, quando se opta por papeis baratos, sua empresa pode ter custos maiores no futuro por ter sua marca atrelada a algo de baixo valor e que não demonstra preocupação com a saúde de funcionários e clientes.

Outro problema comum é que o papel, principalmente o papel higiênico, tem contato direto com as partes íntimas das pessoas e as mulheres nesse caso são mais afetadas devido à maior necessidade de uso desses produtos.

Podendo desenvolver problemas sérios de irritação e corrimento por exemplo, aumentando o risco de absenteísmo do funcionário ou contaminações por algo que deveria ser um item de higiene e não um foco de doenças.

Diante de uma pandemia vivenciada por decorrência do vírus da  COVID-19, é de extrema importância ressaltar que o laudo microbiológico e dermatológico garante que não exista em ambientes nenhum tipo bactéria, coliformes fecais, fungos e microrganismos que podem causar doenças.

Leia também: Papel toalha para banheiro: Como escolher?

Fique atento ao laudo

Na hora de escolher o papel toalha ou higiênico para comprar, deve-se ter atenção aos benefícios oferecidos pelo produto e se ele passa por análises que emitem um laudo microbiológico atestando a sua segurança.

Um ponto a se certificar é que o laudo corresponde ao lote que está sendo comprado, isso porque algumas fabricantes que não são idôneas usam um laudo padrão para qualquer lote, esse não conseguiria identificar variações que podem ocorrer na produção e comprometer a saúde.

Converse sempre com seu fornecedor sobre o produto que está sendo comprado e se ele atende aos requisitos de segurança. Se tudo estiver certo, com certeza, terá acesso ao laudo microbiológico correspondente ao lote que está adquirindo e dessa forma ficará mais tranquilo, pois, saberá que está cuidando de seus funcionários e clientes.

A melhor forma de garantir que os laudos oferecidos são um de cada lote e não apenas um genérico que não traz à segurança necessária, é necessário comprar produtos provenientes direto de fabricantes e não de convertedores.

Para entender melhor, o convertedor não é a mesma fábrica que produz o papel, então seu produto pode variar caso prefira comprar uma matéria-prima de outro fabricante, que é chamado de jumbo roll, enorme cilindro de papel pronto.

Depois é cortado pelo convertedor e embalado em caixas, trazendo então a dúvida da qualidade apresentada e também de outros problemas que ocorrem como: cheiro ruim, cor diferente e a resistência do papel.

Apresentando fatores que comprovam que algo não está certo e dificilmente os laudos vão ser de cada lote da matéria-prima, provavelmente vão ser apenas genéricos caso exista.

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